Analisando os comentários de jornalistas de Manaus, fico a pensar que vivemos numa escuridão intelectual. Sociológos travestivos de blogueiros e “jornakistas” idiotas, todas as manhãs defendem o controle social sem perceber que está pregando as ideias marxista s do demônio Georg Lukács, e a forma de governo de genocidas como Stalin,  Mao, Fidel, Pol Pot e Lula. E por que Lula? Porque corrupção mata.

Ao longo da história, a administração pública passou por aperfeiçoamentos que visaram a melhoria de seu funcionamento. Isso proporcionou a eliminação de falhas e deu mais condições para um bom andamento das democracias ao redor do mundo.

Em um primeiro momento, a teoria da administração pública era mais patrimonialista, depois focou no aspecto burocrático para, então, alcançar o modelo da administração gerencial ou nova gestão pública.

Nesse novo modelo, o controle social é bem diferente de modos civilizados: prega o controle de ir e vir; pune a liberdade de expressão; impede o direito de ganhar a própria vida; a de comerciar; a de educar seus filhos; a da autodefesa.

Esse controle consiste em criar mecanismos estatais que obriguem o cidadão a fazer o que o estado deseja até atingir as raias do absurdo. Se não cumprir a “lei”, a vida social, profissional e financeira do cidadão fica prejudicada ou até inviabilizada.

O controle social ataca todas essas liberdades e tantas outras decorrentes, e, por isso, é a essência de todo regime totalitário.

Foi assim no estado socialista de Hitler, no estado socialista de Mussolini, e nos socialismos de todos os outros grandes delinquentes: Stalin, Mao, Castro, Pol Pot.

De modo que o esquerdista ser um tarado por controlar a vida dos outros é apenas o reflexo em sua mente da luz revolucionária que incide sobre a fossa sanitária do credo marxista.

Um exemplo bem brasileiro é o do Ciro Gomes falando no Brasil Forum UK, em Oxford:

O “coroné” cearense foi claro: “Eu quero controle social (……) A humanidade precisa de controle”.

É o mesmo espírito que agora leva os esquerdistas a comemorarem a possibilidade de tirar emprego e liberdade de ir e vir de quem se recusar a tomar a vacina.

Sem contar a gana dos esquerdistas por maior isolamento social, maior rigidez no uso de máscara e perseguição aos médicos que insistam na divulgação e prescrição do tratamento precoce.

Claro que muitos não se acham marxistas por agirem assim.

Eles realmente acreditam que defendem o controle social porque são “inteligentes” e “sensatos”. Mas é típico e lógico que o inocente útil não tenha consciência da sua condição.

Se um estúpido sabe que é estúpido, com o passar do tempo sua estupidez vai desaparecendo; ou, ao menos, ele aprende a combatê-la, levando, então, uma vida quase normal.

Esse despertar da consciência de si próprio raramente ocorre com o inocente útil, porque ele é vítima não apenas do avassalador gramscismo cultural, mas também de sua própria arrogância e pretensão.

E por falar em Antonio Gramsci, o “Corcunda”, ele descreveu o controle social de modo a pintá-lo como uma ferramenta benéfica para trazer a justiça e a felicidade socialista a todos.

Karl Mannheim foi um sociólogo judeu nascido na Hungria., iniciou seus estudos em um grupo coordenado por ninguém menos do que o filósofo e historiador literário húngaro marxista Georg Lukács, conhecido como o demônio Lukáos. Mannheim  definiu o controle social como os “métodos pelos quais a sociedade influencia o comportamento humano”.

Notem o truque da novilíngua de trocar “estado” por “sociedade”, passando a ilusão do totalitarismo nascendo naturalmente da vontade popular.

Novilíngua ou novafala é um idioma fictício criado pelo governo hiperautoritário na obra literária 1984, de George Orwell.

Quem se aventurar pela sociologia, e também pela filosofia política, encontrará uma série de definições espertinhas e bem bonitinhas do que seria o tal do “controle social”.

Mas o fato é um, e apenas um: O controle social é a antessala do inferno totalitário, e apenas que não presta ou tem excremento na cabeça comemora e defende esse estado de coisas.

 

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