A trégua do “Bloco de Lula”

Os ministros mais moderados do Bloco do Lulismo, decidiram se calar. Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso Melo demonstraram que depuseram as armas até o próximo ano, desistindo de tentar deixa o ex-presidente fora da cadeia.

Em nenhum país pode-se imaginar possível, comprar ou vender um botão a parceiros comerciais, com um Judiciário capaz de mudar Leis, no ritmo do “a quem interessar possa”.

Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello, os maiores entusiastas da “Festinha Lulista”, foram aconselhados a puxar o freio de mão. A pressão da população, a resistência da presidente do STF, Cármem Lúcia, além dos avisos de oficiais das Forças Armadas levaram oo recuo. Está decidido para 2018: Quem tá preso não sai. Quem não tá, será. A fila é longa. Os próximos da fila, são Temer, Aécio, Dilma, Gleisi, Moreira Franco, senadores, deputados federais e ex-governadores, não necessariamente nessa ordem.

A OAB ficou revoltada com o a desistência do “Bloco do Lula”, pois acabou o “Eldorado” dos ricos Escritórios de Advocacia. Lula, notificado do fracasso no Universo Jurídico e da desmobilização gradativa da Resistência de Rua, não esboçou nenhuma reação.

*Yanna Bach é professora aposentada

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