PF investiga integrantes de facção no atentado contra Bolsonaro

A Polícia Federal está fechando o cerco aos envolvidos no atentando contra o presidenciável Jair Bolsonaro, ocorrido no dia 6 de setembro, em juiz de Fora, Minas Gerais. Num documento enviado na quinta-feira, 18/10, ao juiz Bruno Savino – a PF pediu mais prazo para investigar a suspeita de que por trás do ataque pode estar a maior facção criminosa do país: o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A principal pista surgiu quando os policiais descobriram que, no rol de amigos de Adélio Bispo, havia um “agregado” do PCC. Além disso, as mortes da proprietária da pensão – supostamente em decorrência de um câncer – e de um companheiro de Adélio que estava hospedado no mesmo local, levantam a suspeita de que tem gente poderosa ligada a facção envolvida no crime.

No início desta semana, os agentes federais foram a campo para tentar localizar o amigo . Descobriram que ele já não mora mais em Montes Claro

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