Ações de Celso Amorim serão investigadas

O ex-ministro do governo PT, Celso Amorim, tem distribuído críticas ao fato do embaixador Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores do governo Jair Bolsonaro, ter sido escolhido para a função. Agora, vai ter a vida devassada. Conhecido como “megalonanico” e “anão caspento”, Amorim disse que a indicação de Ernesto Araújo representaria “um retorno à Idade Média”.

No domingo, 18/11, por meio de mensagem no Twitter, afirmou que criou recentemente um “exame minucioso” da política externa do PT “em busca de possíveis falcatruas”.

Bolsonaro definiu seu futuro chanceler como diplomata de carreira há 27 anos e um “brilhante intelectual”. O futuro chanceler atualmente é diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos.

Durante toda a campanha eleitoral, Bolsonaro bateu na tecla de que buscaria manter relações com outros países “sem viés ideológico”. Disse reiteradas vezes, por exemplo, que incentivaria a China a “comprar no Brasil, não a comprar o Brasil”.

Com informações do Diário do Poder

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