Operador do MDB joga dinheiro na privada

A Operação Capitu, desmembramento da Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira 9/11, que investigoucasos de propina ligados ao Ministério da Fazenda do governo da ex-presidente Dilma Rousseff enfrentou um caso surreal. Um dos presos, para fugir do flagrante, jogou R$ 3 mil no vaso sanitário.

O ex-diretor e vice-presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Mateus Moura, apontado como um dos operadores do MDB no Estado, se assustou com a chegada dos agentes da Polícia Federal em sua residência, jogou o dinheiro na privada e tentou dar a descarga.

Mateus é diretamente ligado ao vice-governador Antônio Andrade, também preso pela Operação Capitu, que teria recebido cerca de R$ 15 milhões em repasses do grupo J&F, na época que ocupou o Ministério da Agricultura para financiar a campanha de parlamentares mineiros como o deputado estadual João Magalhães (MDB).

Fonte: R7

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