Casagrande diz que jogadores da Seleção são covardes

O ex-jogador e comentarista da Rede Globo, Walter Casagrande Júnior, militante da esquerda e discípulo do condenado Lula da Silva, fez críticas aos jogadores da seleção brasileira, que decidiram disputar a Copa América. Além disso, atacou a família Bolsonaro.

Em artigo no Globo Esporte, o apoiador de Lula e defensor de regimes de extrema-esquerda afirmou que “o Brasil é um país governado por covardes que veem as pessoas morrendo, mas andam de moto e não compram vacinas”, mesmo que o Governo Bolsonaro já tenha entregue mais de 100 milhões de doses da vacina encomendado mais 500 milhões.

O comentarista e adepto do petismo destacou, ainda, que o mesmo acontece no futebol. “Todos os dirigentes se calaram diante de uma acusação de assédio moral e sexual contra o Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF. Para eles, é mais importante ajudar o acusado do que ser solidário a quem sofreu o assédio”.

Em seguida, voltou suas críticas à família e apoiadores de Bolsonaro. “O que os bolsonaristas, e incluo os filhos do presidente, estão fazendo com o Tite é mais um ato covarde. O técnico nunca se manifestou politicamente. Acusá-lo de ser comunista porque pode ser contra a Copa América no Brasil é desonesto”.

Quanto aos jogadores da seleção, ele, que teve uma passagem apagada na seleção no passado, ressaltou que a decisão de disputar a Copa América no Brasil é mais um “ato covarde”. Na época que atuava, Casagrande era considerado um jogador medíocre que aparecia porque era cercado de craques, como Sócrates.

“Os atletas não estavam preocupados com a grave situação sanitária do país e, sim, com eles mesmos. Ficou tudo legal para os jogadores após o afastamento de Caboclo. Essa é a geração de jogadores de futebol mais alienada que eu já vi desde anos de 1980. O importante para eles é estar nas redes sociais, mostrando suas mansões, seus carros…”.

Casagrande avaliou, também, que “as recentes denúncias de assédio contra jogadores e agora dirigentes mostram como estamos com problemas de desvio de caráter”.

E admitiu: “Confesso que fui ingênuo em acreditar que os jogadores fossem realmente tomar uma atitude histórica de empatia ao nosso povo. Foi uma demonstração de comodidade e covardia perante a tudo o que está acontecendo no país”, reclamou.

*Com informações da Folha da República.

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