Câmeras desmentem versão de Ludhmila Hajjar

A cardiologista Ludhmila Hajjar abalou o Brasil nos últimos dias. O “furacão Ludhmila” deixou marcas em sua curta passagem em Brasília e várias perguntas sem resposta. Respeitada, a médica passou do anonimato, para a maioria dos brasileiros, à uma personalidade controversa.

Citada para o cargo de ministra da Saúde, ela denunciou que tentaram entrar em sua suíte, no Hotel B, um dos mais criteriosos quanto à segurança dos hóspedes. Entretanto uma perícia nos vídeos gravadas pelas câmeras de vigilância desmente a alegação.

Apesar de sentir-se ameaçada, não se queixou à direção ou à recepção, tampouco registrou boletim de ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia, a 150 metros do hotel..

Outro fato constrangedor foi o ministro das Comunicações, Fabio Faria, negar o convite para ser ministra e que ela tenha divergido de Bolsonaro.

Fábio Faria tentou ser elegante, elogiando a médica e a defendendo de acusações, mas “não pode ter havido recusa a convite que não foi feito”.

Após deixar Brasília, a médica disse estar protegida por seguranças e carro blindado após “ameaças de morte”, sem as especificar.

Na terça-feira (16), viralizou nas redes sociais um vídeo onde Ludhmila aparece tocando violão e cantando a música “Amor, I Love You” de Marisa Monte para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Durante o “show particular” dedicado a Dilma, a médica altera a última estrofe da música para se declarar: “Presidenta Dilma, I love you”, em vez de “amor, I love you”.

Ao lado de Ludhmila Hajjar aparece empunhando um saxofone o médico Roberto Kalil, que ficou muito conhecido por atender celebridades da política e do meio artístico.

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