Rodrigo Maia corre atrás dos holofotes

Vaidade e arrogância em política são a véspera do fracasso eleitoral

Com sua presidência na Câmara caminhando para a reta final, Rodrigo Maia, conhecido como “O Invejoso”, usa factóides para ser tema de manchetes na grande imprensa. Maia criou uma coletiva diária na hora do almoço para chamar de sua.

No “Show de Nhonhô”, distribui recados e ameaças e faz pose de “primeiro-ministro”. Maia se esquiva de temas incômodos, como a tara por jatinhos da FAB e transferência do Fundo Eleitoral para o combate ao coronavírus e joga para a plateia à espera de aplausos sempre insuficientes.

Maia tenta evitar o “cafezinho servido frio”, fazendo exibições de poder como engavetar projetos importantes.

Para retaliar Bolsonaro, que conversa com o “blocão”, Maia descartou o projeto Mansueto e inventou outro que agrava o rombo no Tesouro.

Um ministro-general diz que o presidente quer manter relação respeitosa, mas sem dar muita bola a Maia: “Ele prefere se preocupar com o futuro”.

 

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