Bolsonaro pede que PF volte a investigar atentado

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se encontrou com o novo diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, na semana passada em Brasília. Estava presente no encontro o novo ministro da Justiça, Anderson Torres, antes mesmo de sua posse.

Na conversa, segundo relatos, o presidente disse que ele teria liberdade de atuação, mas fez um pedido: que descobrisse quem quis matá-lo. Uma referência à tentativa de assassinato do presidente durante a campanha eleitoral de 2018, quando Adélio Bispo o deu uma facada. O atentado aconteceu no dia 6 de setembro em Juiz de Fora.

Nos dois polêmicos inquéritos abertos pela Polícia Federal para investigar o caso, a avaliação foi a de que Adélio planejou e executou o crime sozinho. A PF agora aguarda uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para ter acesso aos celulares dos advogados que defenderam Adélio.

Louco?

Desde que foi preso, Adélio Bispo, o esfaqueador de Jair Bolsonaro, não toma remédios e se recusa a receber tratamento psiquiátrico na penitenciária federal de Campo Grande.

O esfaqueador de Bolsonaro, então candidato à Presidência, foi diagnosticado com transtorno delirante persistente.

Quem pagou?

Em junho de 2019, os advogados de Adélio Bispo estiveram em Juiz de Fora – MG para participar da audiência de instrução e julgamento do processo que apurava o caso.

Na saída do prédio da Justiça Federal, o advogado Zanone Manuel de Oliveira concedeu entrevista à jornalista Roberta Lopes Alves, que também coordena o movimento ‘Direita Minas’.

Durante a entrevista, Zanone declarou que emissoras de TV também ajudaram a financiar a defesa de Adélio.

“Tirando aquele primeiro contato em que a pessoa me pagou, eu, Zanone, no interior do meu escritório, a partir daí todas as despesas foram pagas por algumas emissoras de televisão que eu não vou citar o nome para você e nem para o Brasil” disse.

Qual a real identidade de quem paga os advogados de Adélio?

OAB-MG recorre

Em janeiro de 2019, a ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Minas Gerais entrou com mandado de segurança junto Tribunal Regional Federal (TRF) da Primeira Região (TRF1) em Brasilia, para que o advogado Zanone Manuel de Oliveira não fosse obrigado a informar quem pagou seus honorários para que ele atuasse na defesa de Adélio Bispo de Oliveira.

Ex-integrante do PSOL

O ex-integrante do PSOL foi apresentado como um homem desempregado, mas que tinha dinheiro suficiente para ter vários laptops, celulares, cartões de créditos internacionais.

O ‘louco’ viajava de avião, pagava hotéis em dinheiro e fazia curso de tiro no mesmo lugar que os filhos de Jair Bolsonaro frequentavam.

“Visita” ao Congresso

O nome deste ‘louco’ estava registrado como visitante do Congresso Nacional no dia do crime. Ele realmente agiu sozinho? Quem fez o registro do nome de Adélio Bispo no Congresso no dia 6 de setembro de 2018?

Nas redes sociais, o assunto ‘Quem Mandou Matar Bolsonaro’ ficou no ranking mais comentado. A população brasileira quer saber a verdade sobre o caso Adélio Bispo.

Queremos apenas verdade e nada mais.

 

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