Viralizou nas redes sociais: Médica canta “Amor, I Love You’ para Dilma Rousseff

As redes sociais não perdoam, ainda mais quem tem teto de vidro. A médica Ludhmila Hajjar, que disse ter sido convidada a ocupar o cargo de ministra da Saúde do governo Jair Bolsonaro, aparece em vídeo que viralizou nas redes sociais tocando violão e cantando para a então presidente Dilma Rousseff (PT), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

No vídeo, Ludhmila canta a música “Amor I Love You”, celebrizada pela interpretação de Marisa Monte. Durante o “show particular” dedicado a Dilma, em um quarto do Hospital Sírio Libanês, ela altera a última estrofe da música para se declarar: “Presidenta Dilma, I love you”, em vez de “amor, I love you”.

Não foi possível determinar a data do fato, mas a ex-presidente foi diagnosticada com câncer e se submeteu a tratamento no Hospital Sírio Libanês, onde a cardiologista já atuava na ocasião.

Ao lado da médica que fazia as vezes de cantora aparece empunhando um saxofone o médico Roberto Kalil, que ficou muito conhecido por atender celebridades da política e do meio artístico.

Ludmila Hajjar foi citada para o cargo de ministra da Saúde, em substituição ao general Eduardo Pazuello, e saiu de um encontro com o presidente Jair Bolsonaro dizendo ter sido convidada para o cargo, mas decidira recusar em razões de “divergências técnicas” ou de concepção no enfrentamento da Covid-19.

A possibilidade de a médica ser convidada para o Ministério da Saúde chegou a ser elogiada por autoridades como o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, também a elogiou e defendeu dos ataques que vinha sofrendo nas redes sociais, mas negou que ela tenha sido convidada para o cargo:

“Dra. Ludhmila é uma médica de muita credibilidade”, disse o ministro das Comunicações. “São injustos os ataques dirigidos a ela. Não procedem as informações de declínio do convite por divergências entre ela e o PR. Houve conversas fluidas entre eles, mas não pode ter havido recusa a convite que não foi feito.”

Assista o vídeo:

*Com informações do Diário do Poder

 

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