Ídolo da esquerda prepara denúncia internacional contra Bolsonaro

O youtuber e militante de esquerda Felipe Neto, conhecido na fauna brasileira como Ara Chloropterus, revelou que está preparando uma denúncia internacional contra o presidente Jair Bolsonaro, a quem insiste em chamar de “genocida”, mesmo sem conhecer o significado da palavra, esquecendo que o Brasil está à frente do Reino Unido em relação à vacinação da população.

Analfabeto em Ciências e leigo em medicina das evidências, o ídolo da esquerda disse que o Tribunal de Haia já aceitou outra denúncia com o mesmo viés contra o presidente do Brasil.

“Estamos nesse momento trabalhando em uma denúncia. Não resta dúvida de que a política de Jair Bolsonaro é uma política genocida. […] O Tribunal Penal Internacional de Haia aceitou denúncia contra Jair Bolsonaro justamente por “incitar o genocídio e promover ataques sistemáticos (sic) contra os povos indígenas do Brasil” disse o pretenso humorista.

Ignorando os laços reforçados entre o Brasil e outras nações, incluindo os Estados Unidos, durante a gestão de Donald Trump, Neto afirmou que a imagem do país está manchada na comunidade internacional.

A revolta do new esquerdista está relacionada com o fato das pesquisas indicarem que o presidente Bolsonaro vence as eleições de 2022 em qualquer cenário.

Felipe Neto está no centro do picadeiro da esquerda desorientada. Os partidos de esquerda precisam escolher melhor seus comunicadores.

Uma aula para o youtuber:

A palavra genocídio (do grego genos – tribo, raça; e do latim cide – matar) é usada para fazer referência ao ato de exterminação sistemática de um grupo étnico ou a todo ato deliberado que tenha como objetivo o extermínio de um aspecto cultural fundamental de um povo.

O termo foi utilizado pela primeira vez em 1944 por Raphael Lemkin, jurista polonês que contribuiu durante e depois do período da Segunda Guerra Mundial para a construção das leis internacionais acerca desse crime. Lemkim foi uma das principais figuras participantes da Convenção da ONU para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, realizada em 1948.

Em 1946, a Assembleia da ONU definiu Genocídio como sendo “a recusa do direito à existência de inteiros grupos humanos (…) um delito do direito dos povos, em contraste com o espírito e os objetivos das Nações Unidas, delito que o mundo civil condena“, e determinou um projeto de Convenção para tratar do assunto. O projeto foi aprovado pela Assembleia Geral, em 09 de dezembro de 1948, e definiu o crime de Genocídio em seu artigo 2º da seguinte forma:

Artigo II – Na presente Convenção, entende-se por genocídio qualquer dos seguintes atos, cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal:

(a) assassinato de membros do grupo;

(b) dano grave à integridade física ou mental de membros do grupo;

(c) sujeição intencional do grupo a condições de vida pensadas para provocar sua destruição física total ou parcial;

(d) medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo;

(e) transferência à força de crianças do grupo para outro grupo.

 

 

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