Contato entre pessoas vacinadas e variantes do coronavírus propicia aparecimento de mutações superpotentes

Pesquisadores da universidade Imperial College London e da Universidade de Leicester ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que lockdowns e outras medidas de contenção são particularmente necessários durante a vacinação de uma população.

Após estudos das mutações sofridas pelo novo coronavírus, oa pesquisadores concluíram que é justamente o contato entre vacinados e variantes que propicia o aparecimento de mutações ‘superpotentes’, capazes de driblar totalmente a ação do imunizante.

Ou seja, o surgimento de inúmeras variantes – não “corriqueiras”, mas com diferenças consideráveis para o vírus original (10x mais contagiosas, por exemplo) – de fato tem a ver com o início da vacinação em massa.

Isto já não era esperado? É evidente a impossibilidade de vacinar 100% da população de uma só vez; é evidente que teríamos vacinados convivendo com não-vacinados por um bom tempo, à medida que a campanha de vacinação avançasse, ou seja, é evidente que este contato causaria o aparecimento de “mutações superpotentes”.

Por que, então, isto foi feito?

Por que investiu-se bilhões em vacinas com potencial de engendrar novas cepas que por sua vez iriam inutilizar as próprias vacinas?

A resposta é simples: vidas não importam, para a Nova Ordem Mundial, o lucro incessante é mais importante. (DB/RN)

 

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