Brasileiros identificam os verdadeiros genocidas

O ditado popular diz que “o tempo é o senhor da razão”. E, neste momento de incertezas, a frase não poderia ser mais apropriada. A esquerda tem que engolir o próprio veneno. Em um ano, os adversários do presidente Jair Bolsonaro, de acusadores passaram a acusados. Chamavam o presidente de genocida, mas a história está mostrando que a própria esquerda foi cúmplice em milhares de mortes.

A esquerda gosta de controlar a linguagem. Seja por meio da chamada legislação do “discurso do ódio” ou do politicamente correto, a esquerda se esforça para ditar quais palavras podem e não podem ser usadas na sociedade como um todo.

E a esquerda procura fazer isso porque eles sabem que controlar a linguagem de uma pessoa é, literalmente, uma maneira de manipular e orientar os pensamentos dessa pessoa. É um meio de criar pensadores de autocensura.

Desde o começo da pandemia, a esquerda se apropriou da palavra Ciência para perseguir a sugestão do presidente Jair Bolsonaro de combater a Covid-19 a partir de um tratamento precoce com o uso da hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina e zinco.

Jornalistas e blogueiros, completamente analfabetos em Medicina das evidências e com problemas cognitivos, insistem em ridicularizar a prevenção, induzindo milhares de pessoas à morte. Para eles, a Ciência só existe para vacinas. Esquecem que todas elas não passaram pela fase 3 – avaliação da eficácia e confirmação de sua segurança – o nos levou ao desespero e à condição de cobaias.

Todas as manhãs somos bombardeados com o argumento de que o tratamento sugerido pelo presidente Bolsonaro não tem comprovação científica. Para esses elementos que agem de má fé, informamos que 42 estudos internacionais já comprovaram que o tratamento precoce evita a forma grave da Covid-19.

A linguagem usada pelos elementos perniciosos e genocidas sempre vem acompanhada de um sorriso cínico, sarcástico. Estão ridicularizando as mortes de milhares de pessoas. Contribuem para desinformar. Até o ex-presidário Lula da Silva, analfabeto de “carteirinha” deu pitaco sobre a vacina durante a primeira entrevista depois de ser liberado pelo ministro militante Edson Fachin. Chega de irresponsabilidade!

O vírus não é político; ele é mortal se não houver tratamento adequado. A Clínica Médica em todo o mundo já caminha para seguir o que o presidente Bolsonaro indicou. Até a Organização Mundial de Saúde já iniciou estudo sobre a eficácia da ivermectina. Em Manaus, médicos estão indicando o tratamento precoce aos pacientes, mas de forma “escondida” temendo perseguição. Afinal, remédio de pobre não gera lucros à indústria farmacêutica.

Confira o vídeo da infectologista Roberta Machado e tire suas conclusões:

 

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