Deputado federal critica ações de Rodrigo Maia na Câmara

Na segunda-feira (1º), ficou evidente que o ex-presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia, é o homem mais odiado do Brasil”, talvez mais que os ministros militantes do Supremo Tribunal Federal.

Ao falar sobre a eleição da Casa, o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ)  afirmou que Maia “deixou de ser querido há muito tempo” e disse que sempre acreditou na vitória de Arthur Lira (PP-AL).

“As pessoas viram o mal que ele fez ao Brasil. As pessoas viram a postura arrogante dele durante todo o ano passado, de pandemia. A casa parou, as pautas importantes pararam. Poderíamos ter avançado, sim, nas reformas, e não avançamos pelo capricho de Rodrigo Maia, pela falta de amor pela pátria”, disse o parlamentar.

O deputado também comentou a condenação sofrida por ele, em que foi obrigado a indenizar o ministro do STF, Alexandre de Moraes, por comentários que fez em suas redes sociais e disse sentir-se “honrado” por ser processado por um dos “homens odiado do Brasil”.

“Eu fico feliz também porque o ministro Alexandre de Moraes é um ser humano, não é um deus. Deuses matam quando se sentem ofendidos; seres humanos processam. O ministro Alexandre de Moraes é um ser humano passível de ser criticado. Eu fiz aquele vídeo em um momento de raiva, de indignação, pela forma como o ministro Alexandre de Moraes estava tratando um cidadão brasileiro, um jornalista, Oswaldo Eustáquio “, disse.

Otoni de Paula também defendeu o presidente Jair Bolsonaro.

“Tá fácil entender esse show de horrores. A turma já sabe que não vai dar para destruir Bolsonaro nas urnas. Por mais que manipulem as pesquisas, se fosse hoje, Bolsonaro ganharia em primeiro turno a reeleição. Não vão colocar medo em Bolsonaro e alguns deputados que não estão lá para fazer negócios, para colocar o caráter em um balcão de negócios. Bolsonaro vai terminar o mandato entregando se não 100%, 90% de obras paradas há 20, 40 anos, que foram superfaturadas com esquemas fraudulentos”, defendeu

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