Com medo do povo, Rodrigo Maia pedirá licença da Câmara

Acredite, não é enredo de um filme cujo personagem é um covarde fujão. É a realidade de um político que está perdendo mordomias e não suporta a volta ao ostracismo pela sua irrelevância num grupo do baixo clero que não o suporta.

A partir de 1º de fevereiro, Maia se transformará em uma pessoa “radioativa”, tóxica, da qual todos querem distância.

Com medo da realidade e sabendo que será admoestado em voos comerciais, Rodrigo Maia vai se “licenciar por 2 anos” do cargo de deputado federal.

A covardia típica de um menino mimado e frouxo fez com que ele fuja de Brasília no meio do mandato, pedindo abrigo à única figura ainda capaz de lhe dar a mão: João Dória. Literalmente, é o abraço dos afogados.

Rodrigo Maia já havia sido exposto por Bolsonaro em rede nacional, na entrevista da CNN, já tinha sido desmoralizado por Paulo Guedes, e agora pelo condenado Eduardo Cunha, que contou os podres do político mais odiado do país.

A ajuda de Dória vai ter um preço. O governador de São Paulo “não dá ponto sem nó”.

 

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