Trabalhadores de Manaus encurralam e vencem o governador Wilson Lima

Vinte e seis de dezembro de 2020 será o marco de contra a subserviência aos aventureiros incompetentes que ocupam cargos políticos no Amazonas. Após uma série de protestos e um dia caótico, o governador bailarino, Wilson Lima, ficou sitiado no pedestal da arrogância cercado por “meninos” que compõem o seu staff.

A manifestação popular, entretanto, saiu do controle. Com um cérebro com poucas ligações sinápticas, Lima demorou a perceber que estava sendo encurralado. Feridas abertas durante a pandemia, quando ficou comprovado o superfaturamento de falsos respiradores pulmonares, adquiridos numa Casa de Vinho, entre outras decisões irregulares, foram expostas durante a revolta.

O governador, então, deu mais um passe errado. Colocou os policiais militares nas ruas e ordenou o bloqueio de avenidas vitais para o trânsito do Manaus. Percebendo que poderia receber a visita de manifestantes em sua própria casa, Wilson Lima decidiu reabrir o comércio no estado. Para tentar diminuir o desgaste, chamou empresários e lojistas para a responsabilidade, estabelecendo que os comércios deverão controlar a lotação nos espaços e determinou que os empresários terão que prestar apoio médico ao funcionário que contrair covid-19:

Vaidoso e egocêntrico, transformou o verbo recuar em flexibilizar para sair “bem na fita”. E ameaçou: se o número de infectados não diminuir de 94% para 85%, o comércio será fechado. Ninguém acredita que tal medida possa vir a ser adotada. Wilson Lima perdeu o poder. Os deputados estaduais tramam o seu impeachment. Eles temem perder os mandatos nas eleições de 2022. Não querem aproximação com o chefe, a não ser aqueles que estão “lucrando” com o governo.

Em resumo: a carreira política de Wilson Lima está perto do fim.

 

 

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