Ex-executiva que denunciava indústria farmacêutica pode ter sido assassinada

Brandy Vaughan, 45 anos, uma ex-executiva de vendas da empresa farmacêutica Merck, foi encontrada morta por seu filho de nove anos no dia 8 de dezembro, no Condado de Santa Bárbara (EUA). Nesta terça-feira (29), circula a informação que ela poderia ter sido morta por combater a indústria farmacêutica e os riscos reais gerados pelos medicamentos e vacinas.

De acordo com o Children’s Health Defense, Vaughan teria morrido de “complicações da vesícula biliar”, embora a fonte do relatório não tenha sido citada, nem compartilhado a causa específica das complicações.

A ex-executiva fundou o Learn the Risk (Organização sem fins lucrativos) em resposta a uma lei de vacinação obrigatória.

Riscos

Quando trabalhava na indústria farmacêutica, Brandy vendeu Vioxx, um analgésico que dobrou o risco de derrame e ataques cardíacos, de acordo com sua biografia do Learn the Risk. O analgésico foi posteriormente retirado do mercado.

“Com essa experiência, percebi que só porque algo está no mercado não significa que seja seguro”, disse Brandy.

“Muito do que a indústria da saúde nos diz simplesmente não é a verdade.”

Ela passou oito anos morando na Europa, onde viu como os cuidados com a saúde são feitos de maneira muito diferente dos Estados Unidos.

“Ao voltar para os Estados Unidos, com um filho sem vacina, ela foi intimidada no consultório de um pediatra quando fez perguntas que todos os pais deveriam fazer, como: Quais são os ingredientes dessas vacinas?”

“Como é que as crianças em outros países são mais saudáveis, mas recebem muito menos vacinas?”

Vale ressaltar que Brandy Vaughan não era anti-vacina (como dizem alguns sites) e sim uma defensora da segurança das vacinas.

Como ela morreu?

Não foi revelado a data exata e como ela morreu. Logo após a notícia, alguns membros da comunidade antivax começaram a especular sobre a causa da morte de Vaughan. Um artigo no Medium, por exemplo, alegou sem evidências que Vaughan havia sido “assassinada pela Big Pharma”.

Outros apontaram para uma postagem no Facebook que Vaughan havia escrito em 2019, na qual ela afirmava que “jogo sujo” seria a única possibilidade se ela morresse em uma idade relativamente jovem.

Confira um trecho da postagem de dezembro de 2019 de Vaughan:

“Se algo acontecesse comigo, seria um crime e você sabe exatamente quem e por quê – dado meu trabalho e missão nesta vida. Eu também não sou propensa a acidentes. E eu obtive a melhor avaliação de saúde possível quando passei por uma bateria de exames médicos há alguns anos para minha apólice de seguro de vida.”

“Quando descobri que a Merck havia falsificado os dados de segurança e o Vioxx, na verdade, tinha o dobro de ataques cardíacos e derrames para pessoas que o tomavam, realmente me fez perceber que havia muita corrupção nos bastidores”, disse Vaughan. “Só porque uma vacina está no mercado, não significa que seja segura.”

“Quanto mais me aprofundava nisso, percebia que as vacinas não são para a saúde pública. É realmente sobre o lucro da empresa farmacêutica. Basicamente, é jogar roleta russa com nossos filhos”, continuou Vaughan. “Fiquei muito motivada para entrar mais nessa luta quando percebi os projetos de lei de vacinação obrigatória que estavam varrendo o país.”

“Tenho uma grande missão nesta vida. Mesmo quando eles tornam tudo muito difícil e assustador, eu nunca tiraria minha própria vida. Ponto final”, continuou Vaughan. “Em outras palavras, não tenho nada que possa me matar inesperada ou repentinamente”.

Para a Polícia do Condado de Santa Bárbara, Brandy Vaughan morreu de causas naturais.

 

 

 

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