Regime comunista aplica vacina de Oxford nos chineses

A hipocrisia, a ignorância e a corrupção são as grandes pandemias no Brasil. Enquanto o governador de São Paulo, João Dória, insiste na  compra da vacina chinesa chamada de coronavac, a AstraZeneca PLC, laboratório de  Oxford, na Inglaterra,, assinou um acordo exclusivo com a chinesa Shenzhen Kangtai Biological Products para fornecer sua vacina contra a COVID-19 à China continental.

Para atender à demanda do mercado na China, a Shenzhen Kangtai é obrigada a garantir uma capacidade de produção anual de pelo menos 100 milhões de doses da injeção experimental AZD1222, que a AstraZeneca co-desenvolveu com pesquisadores da Universidade de Oxford, até o final deste ano, e uma capacidade de pelo menos 200 milhões de doses até o final do próximo ano, disse a AstraZeneca em um comunicado no site de mídia social chinês WeChat.

O laboratório já possui acordos selados com Estados Unidos (300 milhões de doses), União Europeia (300 milhões de doses), Reino Unido (100 milhões de doses) e, por insistência do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil terá inicialmente 100 milhões de doses da vacina de Oxford.

Segundo Anthony Fauci, maior especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos e cientista-chefe da equipe especial da Casa Branca contra o coronavírus, explicou que a maioria das vacinas contra vírus não visa evitar o contágio, mas sim a forma grave da doença.

O próprio especialista questiona: se a vacina não fizer a função imunizante e sim de ‘redutora de sintomas’, qual a vantagem em tomar algo tão arriscado?

Para reduzir os sintomas do vírus, já existe a nitazoxanida que tem a capacidade de reduzir em 95% a carga viral da covid-19 em pacientes no início do tratamento.

Primeira geração de vacinas provavelmente será ineficaz e não funcionará para todos, argumentam especialistas.

Chefe da força-tarefa britânica criada para o desenvolvimento e a produção de vacinas contra a covid-19, Kate Bingham, em texto publicado na revista científica The Lancet afirmou que um imunizante totalmente eficaz nunca seja desenvolvido e que as versões iniciais aprovadas possam não funcionar para algumas pessoas

“Não sabemos se um dia chegaremos a ter uma vacina. É importante se resguardar da complacência e do excesso de otimismo”, ponderou Kate.

No contexto político, fica claro que o posicionamento de João Dória procura espaço na mídia desinformada para pavimentar uma candidatura à Presidência da República em 2022. Apenas a ambição do governador de São Paulo “justifica” usar a população brasileira como cobaia para uma vacina que não tem comprovação de ser eficaz. A coronavac chinesa serve para os brasileiros, mas não serve para os chineses.

 

 

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