Ambição de Rodrigo Maia ‘engessa’ o Brasil

A ambição de Rodrigo Maia não tem limite. Para tentar alterar a Constituição para se reeleger presidente da Câmara, atrasou a análise de reformas e levou ao impasse que travou a aprovação do orçamento para 2021. Se a votação não ocorrer este ano, os servidores públicos podem ficar sem receber os salários à partir de janeiro.

A ideia agora é votar até 17 de dezembro a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que devia ter sido feito no primeiro semestre deste ano, mas o Orçamento deve ficar para depois da eleição do substituto, em fevereiro.

A jogada é provocar a convocação de sessões em janeiro, quando espera aprovar a PEC de sua reeleição.

A rigor, a presidência de Maia acaba no início do recesso, mas atrasar votações importantes é estratégia para manter viva a PEC da reeleição.

Maia acusa o governo federal de fazer obstrução, mas impediu a comissão mista de orçamento de ser presidida por uma deputada, Flávia Arruda (PP-DF).

O pior canalha é aquele que te faz acreditar que a culpa de não ter dado certo foi toda sua.

Sem ter como justificar ausência de deputados federais por causa das eleições municipais, Maia criou recesso branco e “esforço concentrado”.

 

 

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