‘Se lixando’ para a Lava Jato, Lula tenta ‘surfar’ na popularidade de Bolsonaro

A força-tarefa da Lava Jato, de Curitiba, “carimbou” na biografia do condenado Lula da Silva mais uma denúncia criminal. Ele é acusado de lavar R$ 4 milhões em propinas da Odebrecht, camuflando-as como doações para o Instituto Lula.

Entretanto, Lula está se “lixando” para a nova denúncia. Ele recebeu a notícia com a tranquilidade de quem sabe que a nova denúncia da Lava Jato, mesmo que prospere, não o levará de volta à cadeia.

Tomado pela prepotência e arrogância, Lula ainda acha que é um líder popular, porém, sua biografia o transformou no oposto.

O cachaceiro acumula duas condenações por corrupção (tríplex, confirmada em três instâncias judiciais) e o caso do sítio de Atibaia (ratificada na segunda instância).

Em novembro de 2019, o STF modificou a regra sobre prisão após condenação em segunda instância. Se não fosse essa “ajudinha” suprema, Lula ainda estaria em cana.

O petista confia tanto no Supremo que ele já se considera mais próximo de uma candidatura presidencial do que da cadeia.

‘Surfista’

Informado da alta popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o “cara de pau” tenta surfar na onda do presidente, chegando a defende-lo na ação no Supremo Tribunal Federal que investiga a suposta interferência do presidente na Polícia Federal.

Abaixo as palavra do lavador de dinheiro:

“Ele (Moro) poderia ter demonstrado seriedade quando virou bolsonarista. Ele é tão medíocre que quando sai, ele tenta criar mais uma pirotecnia com o apoio da Globo: ‘Ah, eu vou sair porque o Bolsonaro quer indicar o diretor-geral da Polícia Federal’. É importante lembrar que o presidente da República tem o direito de indicar o diretor da Polícia Federal, sim. Eu indiquei duas vezes e nunca pedi nem orientei porque eles têm autonomia. E por que o Moro achava que o Bolsonaro não podia? Tenta ganhar a opinião pública mentindo outra vez”

Sim, caros leitores, vocês não leram errado.

O condenado oportunista faz de tudo para aparecer, inclusive surfar na popularidade de Bolsonaro.

E   Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e cia batem palma para o condenado

“Quando tudo isso acabar, se acabar,  os malucos seremos nós…”

*Com informações do DB/RN

 

 

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