Mandetta forma chapa com Moro para concorrer à presidência em 2022

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), confirmou o que todo brasileiro já desconfiava. Mantetta afirmou que pretende concorrer ao Planalto em 2022, como candidato a presidente. A declaração foi dada na quarta-feira, 22, no programa Ponto a Ponto, da Band News TV.

Mandetta disse que pretende concorrer em uma chapa à presidência e garantiu que vai estar “em praça pública” para lutar por seus ideais. O ex-deputado federal também afirmou que não vai abrir mão de sua participação nas próximas eleições gerais por discordância de seu partido.

“Em 2022 eu vou estar na praça pública, lutando por algo que eu acredito. Se o Democratas acreditar na mesma coisa, eu vou. Se o Democratas achar que ele quer outra coisa, eu vou procurar o meu caminho. Eu vou achar o caminho. Como candidato, ou carregando o porta-estandarte do candidato em que eu acreditar. Mas que eu vou participar das eleições, eu vou”, disse.

O ex-ministro ponderou que a projeção nacional que ganhou no começo da pandemia, principalmente pela defesa do isolamento social – o que o colocou em confronto direto com o presidente da República – pode não durar até o ano da eleição.

Moro vice

Diante das especulações sobre uma possível chapa presidencial com Sergio Moro em 2022, Luiz Henrique Mandetta tem dito que toparia a parceria, mas com o ex-ministro da Justiça de vice e não o contrário, diz o Globo.

“Ele justifica o formato com o argumento de que tem mais experiência política e que Moro foi inábil, politicamente, em sua saída do governo.”

Irresponsabilidade de Mandetta

Apesar de ser médico, Mndetta foi um dos principais opositores ao uso da cloroquina, até hoje utilizado por médicos especialistas para impedir o desenvolvimento da contaminação pelo novo coronavírus. A combinação da cloroquina com a azitromicina e sulfato de zinco tem salvado milhares de vida quando é receitado até quatro dias depois do contágio.

Em contato com uma médica lotada no Hospital Francisca Mendes em Manaus, especialista em  avaliação adequada da hemostasia primária e secundária, bem como a investigação de doenças hemorrágicas e trombóticas, a reportagem do Roteiro de Notícias foi informada que a maioria dos médicos administravam o uso da cloroquina para recuperar pacientes contaminados.

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *