Sara Winter é libertada com tornozeleira eletrônica

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu libertar a ativista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, e demais presos investigados no inquérito que atos “antidemocráticos”. Ela estava presa num presidio de Brasília, onde temia ser assassinada.

Sara Winter e os demais investigados serão monitorados com tornozeleira eletrônica e não poderão ter contato entre si. Moraes também estabeleceu que os militantes precisarão se recolher na parte da noite e informar quaisquer mudanças de endereço que façam.

Sara Winter, Emerson Rui Barros dos Santos, Érica Vianna de Souza, Renan de Morais Souza e Arthur Castro deverão se manter a, no mínimo, um quilômetro de distância dos prédios do STF e do Congresso Nacional.

As saídas de suas residências deve ser limitado a funções de trabalho e estudo. Caso haja descumprimento dessas condições, o ministro Alexandre de Moraes estabeleça que seja estabelecida prisão preventiva, que não tem prazo pré-definido.

Sara Giromini foi presa no último dia 15, por ordem de Moraes e a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).  A ativista foi a primeira presa política após a anistia durante o regime militar.

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