‘Forças Armadas não aceitam tomada de Poder por outro Poder’, afirma Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse que as Forças  Armadas não  aceitam tomada de poder por julgamento político 

O clima está tenso em Brasília.  Poucas horas depois que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a Constituição não prevê a atuação das Forças Armadas como ‘poder moderador’, e no momento em que ações contra a chapa Bolsonaro-Mourão começam a ser analisadas no Tribunal Superior Eleitoral.,  o presidente Jair Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) e o ministro da Defesa, general Fernando de Azevedo e Silva, divulgaram nota na noite desta sexta-feira (12) na qual afirmam que as Forças Armadas “não aceitam tentativas de tomada de Poder por outro Poder da República, ao arrepio das Leis, ou por conta de julgamentos políticos”.

Na nota, o Palácio do Planalto afirma que, na decisão de hoje, Fux “bem reconhece o papel e a história das FFAA (Forças Armadas) sempre ao lado da Democracia e da Liberdade”.

O texto reafirma que “as Forças Armadas estão sob a autoridade suprema do Presidente da República”, citando o artigo 142 da Constituição, e que elas “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, afirmou nesta sexta-feira (12) que o TSE não é um ator político e que a chapa vencedora da eleição presidencial em 2018 com Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão será julgada com base em uma análise imparcial das provas, mas ressaltou que a corte tem competência prevista na Constituição e na legislação para cassar os mandatos se for o caso.

“O presidente não corre nenhum risco nem de ser perseguido nem de ser protegido pelo TSE”, disse Barroso. “A lógica de um tribunal não é amigo, inimigo, adversário ou aliado. A lógica de um tribunal é certo ou errado, justo ou injusto, legítimo ou ilegítimo e assim que se moverá o Tribunal Superior Eleitoral examinando com imparcialidade as provas, fazendo o que é certo fazer.”

Terceiro turno

Desde que tomou posse, Jair Bolsonaro tem sido alvo de ações impetradas nos tribunais superiores por membros e organizações da esquerda. Os partidos ligados o ex-presidente Lula não aceitam a derrota e tentam, de todas as formas, impedir que a chapa Bolsonaro/Mourão governe.

 

O clima está tenso em Brasília.  Poucas horas depois que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a Constituição não prevê a atuação das Forças Armadas como ‘poder moderador’, e no momento em que ações contra a chapa Bolsonaro-Mourão começam a ser analisadas no Tribunal Superior Eleitoral.,  o presidente Jair Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) e o ministro da Defesa, general Fernando de Azevedo e Silva, divulgaram nota na noite desta sexta-feira (12) na qual afirmam que as Forças Armadas “não aceitam tentativas de tomada de Poder por outro Poder da República, ao arrepio das Leis, ou por conta de julgamentos políticos”.

Na nota, o Palácio do Planalto afirma que, na decisão de hoje, Fux “bem reconhece o papel e a história das FFAA (Forças Armadas) sempre ao lado da Democracia e da Liberdade”.

O texto reafirma que “as Forças Armadas estão sob a autoridade suprema do Presidente da República”, citando o artigo 142 da Constituição, e que elas “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, afirmou nesta sexta-feira (12) que o TSE não é um ator político e que a chapa vencedora da eleição presidencial em 2018 com Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão será julgada com base em uma análise imparcial das provas, mas ressaltou que a corte tem competência prevista na Constituição e na legislação para cassar os mandatos se for o caso.

“O presidente não corre nenhum risco nem de ser perseguido nem de ser protegido pelo TSE”, disse Barroso. “A lógica de um tribunal não é amigo, inimigo, adversário ou aliado. A lógica de um tribunal é certo ou errado, justo ou injusto, legítimo ou ilegítimo e assim que se moverá o Tribunal Superior Eleitoral examinando com imparcialidade as provas, fazendo o que é certo fazer.”

Terceiro turno

Desde que tomou posse, Jair Bolsonaro tem sido alvo de ações impetradas nos tribunais superiores por membros e organizações da esquerda. Os partidos ligados o ex-presidente Lula não aceitam a derrota e tentam, de todas as formas, impedir que a chapa Bolsonaro/Mourão governe.

 

 

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