Oposição a Bolsonaro adota o uso da cloroquina

A oposição ao presidente Jair Bolsonaro propaga um discurso, mas, na prática, adotam as orientações do seu antagonista. Enquanto repetem a ladainha de que a ciência ainda não aprovou o uso da cloroquina contra Covid-19, políticos que acusavam de “irresponsabilidade” pela discussão pública do assunto, já adotam o uso do medicamento.

Alguns governadores “vermelhos” já admitem o uso da cloroquina, como os governadores do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), de Alagoas, Renan Filho (MDB), do Tocantins, Mauro Carlesse (DEM) e do Amapá, Waldez Goes (PDT), que introduziram o medicamento no protocolo de tratamento da doença, mas a maioria, embora use, não admite isso. Casos do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e dos governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e do Ceará, Camilo Santana (PT).

A prática da negação faz parte da cartilha dos marxistas. Repetem uma ladainha, mas seguem o

Em São Paulo, Roberto Kalil e David Uip, médicos famosos, foram salvos pela cloroquina. Mas só Kalil o admitiu, sem medo de irritar João Doria.

Prefeituras no Pará de Helder Barbalho (MDB), crítico do presidente, já distribuem o “Kit Covid-19” com cloroquina e outros medicamentos.

Os oposicionistas adotam um discurso, mas na prática utilizam os métodos, Tudo isso para não valorizar a fala do presidente Bolsonaro.

Em São Paulo, Roberto Kalil e David Uip, médicos famosos, foram salvos pela cloroquina. Mas só Kalil o admitiu, sem medo de irritar João Doria.

Prefeituras do Pará, estado comandado por Helder Barbalho (MDB), crítico do presidente, já distribuem o “Kit Covid-19” com cloroquina e outros medicamentos.

Os oposicionistas adotam um discurso, mas na prática utilizam os métodos, Tudo isso para não valorizar a fala do presidente Bolsonaro. (DP/RN)

 

 

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