Governadores ‘isolacionistas’ aderem à flexibilização proposta por Bolsonaro

Com a perda de arrecadação,  Flávio Dino (PCdoB), JoãoDoria (PSDB) e Ronaldo Caiado (DEM), mudaram atitude e aderem à proposta de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro paga o preço pela defesa da flexibilização das medidas de isolamento ou distanciamento social, mas alguns dos governadores que o criticavam, a quem chegaram a chamar de “irresponsável”, foram os primeiros a liberar o funcionamento de atividades, na tentativa de minimizar os efeitos catastróficos na economia.

Na onda da flexibilização, o governador de São Paulo, João Doria, que esbravejou, dançou, conspirou contra o presidente, já anunciou o retorno das atividades do comércio e da indústria. No Maranhão, o governador Flávio Dino, comunista de carteirinha, que usou e abusou de oportunismo, também flexibilizou. Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás, que até “rompeu” com o presidente “em defesa da ciência”, arregou.

O catarinense Carlos Moisés (PSL), um dos defensores mais radicais do “isolacionismo”, acabou cedendo a flexibilizando mais que outros. Outros estão seguindo o mesmo caminho.

 

 

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