Chineses presos com itens de combate ao Covid-19

O líder da quadrilha, o chinês Zheng Xiao Yun, se apresentou como presidente da Associação Xangai no Brasil

Policiais civis de São Paulo prenderam na tarde deste sábado (11), dez chineses que roubaram 15 mil testes para detecção do coronavírus e aproximadamente 2 milhões de itens entre máscaras, luvas, toucas, macacões, álcool gel e termômetros. A quadrilha queria vender o material por R$ 4 milhões e, após 10 horas de negociação, aceitaram o valor de R$ 3 milhões.

O material foi localizado em um galpão no bairro do Ipiranga por agentes do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) após a investigação do roubo ocorrido na segunda-feira (6), no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.

O setor de inteligência da Polícia Civil descobriu que uma quadrilha, que tinha receptado a carga roubada do aeroporto, estava negociando os itens médicos por R$ 4 milhões.

O delegado Luís Alberto Guerra, da Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista, se passou por um empresário interessado em comprar a carga equipamentos usados por médicos e enfermeiros no combate ao coronavírus.

Quando o delegado chegou ao depósito, pediu para ver a carga e comprovou que o lote dos kits de testes para o coronavírus era o mesmo que foi roubado do aeroporto de

O delegado Luís Alberto Guerra explicou que a carga roubada do aeroporto de Cumbica era uma encomenda de uma importadora particular, atendendo pedidos de hospitais particulares, entre eles o Albert Einstein.

 

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