O tsunami anti-PT nas eleições 2018

As eleições presidenciais deixou visível que a disputa não é entre direita e esquerda. Os marqueteiros da esquerda e do Centrão (PSDB, PSB, PDT, PP, DEM, PR e outros menos concorridos) subestoimaram a variável do antipetismo que estava sendoescancarada quando caiu a máscara de Lula da Silva e de toda a cúpula do PT.

É preciso que o antipetismo não tem compromisso com qualquer ideologia. O que os antipetistas desejam é o cumprimento fiel da Lei para àqueles que cometeram qualquel tipode crime. E, Jair Bolsonaro, soube incorporar a figura do antipetismo.

Nas eleições de 2018, o antipetismo foi elevado ao posto de maior partido do Brasil. O PT se transformou num corpo de retalhos. Está fadado a desaparecer com as delações do ex-ministro Antonio Palocci e da língua solta de José Dirceu que, esta semana, pregou o retorno ao poder pela força.

As correntes de rede socias parecem dar a noção exata do tamanho do antipetismo, levando o presidenciável Ciro Gomes e muitos “intelectuais” da esquerda a serem taxativos em relação à inevitável derrota de Fernando Haddad para Bolsonaro. Agora esta turma insiste que o PT abdique da candidatura pelo “bem do país”. Afinal, a carne petista tornou-se imprópria para consumo.

A onda antipetismo virou um tsunami e pode decidir as eleições no dia 7.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *