E agora, Fernando Haddad é ou não é?

Eleito senador por Santa Catarina do último domingo, 7/10, com 1,2 milhão de votos, o velho “cacique” Esperidião Amin disse a que Jair Bolsonaro “é um tsunami de grandes proporções”. Amin chamou de “mágica” o que o PT está tentando fazer ao, agora, querer descolar a imagem de Fernando Haddad de Lula.

“Ele vai dizer ‘eu não sou eu’? É evidentemente uma confissão. Havia outras formas. O Haddad poderia ser mais claro naquilo que o PT errou. Do jeito que está, não se pode perdoar quem não confessa que pecou. O PT continua na saga de despistar. É uma pena.”

Já era

Em Rondônia, o deputado Marcos Rogério, eleito senador com 324 mil votos, estimou que no segundo turno Jair Bolsonaro terá algo em torno de 80% dos votos — no último domingo, foram 62%.

“Neste momento, só temos uma opção. Estou fazendo campanha para o Bolsonaro desde o primeiro turno. PT não dá. Já era.”

Marcos considera “uma loucura” a estratégia do PT de dizer agora que Fernando Haddad não é Lula.

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