Sentado ao lado de Lula, professor o critica na UERJ

A vida do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva parece não estar sendo muito fácil, em se tratando da realização de algumas caravanas pelo país. Dessa vez, o petista enfrentou momentos extremamente complicados, durante sua passagem pelo estado do Rio de Janeiro.

A primeira “calça justa”, aconteceu no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), onde foi impedida a entrada do ex-presidente. Aproximadamente, 150 militantes aguardavam o comício de Lula. Entretanto, centenas de funcionários repudiavam a ousadia do principal responsável pelos desvios dos recursos da empresa.

Outro constrangimento

Nesta sexta-feira (8), considerado o último dia da passagem do ex-presidente Lula em seu tour pelo estado do Rio de Janeiro, com o intuito de se firmar como suposto candidato à Presidência da República, um momento de verdadeiro constrangimento foi vivenciado pelo petista, durante a realização de sua caravana no Rio de Janeiro.

Poucos minutos antes de Lula começar a discursar na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), um professor da instituição fez uma crítica contundente dirigida ao petista, ao comentar sobre as indicações de ministros por parte de Lula, para o Supremo Tribunal Federal (STF). As críticas do orador no evento também foram dirigidas à ex-presidente Dilma Rousseff.

O professor de Direito, Afrânio Silva Jardim, se encontrava justamente ao lado de Lula no palco da universidade e foi enfático ao dizer que Lula foi de uma infelicidade enorme, ao escolher esses ministros Supremo Tribunal Federal (STF), dois, inclusive, da própria universidade, em alusão aos ministros Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, que foram professores da UERJ. Os respectivos ministros da mais alta Corte do país foram indicados, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Entretanto, o professor Afrânio foi ainda mais longe, ao considerar que a atual situação de crise política no Brasil tem a ver diretamente com a atuação dos ministros do Supremo, que de acordo com a sua opinião, pecaram por omissão, pois hoje ser legalista, significa ser revolucionário.

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