MP-AM pede mais de 2 mil anos de prisão para bárbaros do Compaj

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) denunciou 213 presos que estupraram, executaram, decapitaram e obrigaram um integrante do PCC a comer olhos humanos, durante a rebelião ocorrida no dia 1 de janeiro deste ano no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Os denunciados são integrantes da Organização Criminosa Família do Norte. Cinquenta e seis integrantes do PCC foram mortos.

A denúncia do MP está contida em 216 páginas e contém relatos de sobreviventes e imagens de vídeos. Entre os acusados, estão os líderes da FDN, José Roberto Fernandes Barbosa, o Zé Roberto da Compensa, Gelson Carnaúba e João Pinto Carioca, todos presos em presídios de seguranaça máxima em outros Estados.

As penas para os envolvidos nas execuções e torturas podem superar 2 mil anos, o que, segundo a legislação brasileira impede a política de progressão da pena.

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