Lula e os voluntários servis

No período militar o ex-presidente Lula era um personagem sombrio que transitava entre os sindicatos, empresários e o DOPS, onde “entregava” os companheiros para o delegado Romeu Tuma. No livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, o delegado Romeu Tuma Júnior, o Tuminha, relata tudo que testemunhou na Delegacia comandada por seu pai.

Na obra, Tuminha acusa o ex-presidente Lula de ser “informante da ditadura” e o Partido dos Trabalhadores de montar dossiês contra seus adversários políticos.

Na história, Lula sempre foi um predador, famélico e disseminador de pragas. Contudo, basta observar, desde o desencadear da operação Lava-Jato, o velho guru das “esquerdas” tornou-se uma ratazana irada e rabugenta.

Por exemplo: em data recente, o perigoso chefão, diante da sede da Petrobras-Rio (que ele ajudou, como nenhum outro, a saquear), vociferou para orquestrados companheiros petistas: “O Lula não é o Lula. O Lula é uma ideia. O Lula é uma ideia assumida por milhões”.

Acertou o alvo! Atualmente Lula configura – de fato e de direito – uma ideia letal: a ideia de que impôs a criminalidade sistemática como forma de governo. A humanidade conheceu inúmeras figuras representativas do Mal, entre elas, Átila, o Rei dos Hunos, conhecido como o “Flagelo de Deus”; Peter Kurten, o Vampiro de Dusseldorf ou Joseph Stalin, o Pai dos Povos. Mas o Lula, em circuito interno, é uma fonte primária de luz, além de ser o “cara” que afogou o País num imenso lamaçal de corrupção, engodo e cinismo. Seus acólitos e esquerdopatas em geral vibram com tal performance.

No palanque que armou defronte à Petrobras, Lula, como de hábito, mentiu, sobretudo, para si próprio. Possesso, rugiu em frenesi sobre seus feitos no terreno da saúde, do emprego, educação e cultura. Finalizou garantindo que iria voltar à Presidência e estabelecer no País o reino da fortuna e da felicidade. Levou os presentes (uns dois mil terceirizados, se tanto) ao delírio.

Dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), detalhou em relatório que nos 13 anos da dupla Lula/Roussef, o Brasil cresceu menos que os países emergentes e até menos que as emperradas economias da América Latina. O crescimento nativo, em que pese a expansão mundial, foi pífio. No frigir dos ovos, manietados pela “nova matriz econômica” (inflação de dois dígitos somados a juros exorbitantes), atingimos assustadores índices de desemprego, corrupção e muita violência – o que os gringos chamam de “tempestade perfeita”.

No plano moral, Lula transcende o conceito de imoralidade. Na sua vida pregressa, onde se apertar, jorra secreção purulenta. Irrefreável, segundo declarou, iniciou-se sexualmente entre cabras e galinhas. Já burro velho, na prisão do DOPS, segundo relato de César Benjamin (um dos fundadores do PT) publicado na Folha de S. Paulo, tentou violentar o “garoto do MEP” (Movimento de Emancipação Proletária, dissidência do PCdoB) – sem resultados “satisfatórios”.

Na vida íntima do pai da socialização da gatunagem merece atenção o escândalo de Rosemery Noronha, chefe do gabinete da Presidência da República em S. Paulo, indiciada por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva. Mulher dispendiosa, Rose deitava e rolava em matéria de nepotismo, usufruto de mordomias, propinas e uso de cartões corporativos. A Polícia Federal, após rastreamento, listou 13 viagens de Rose ao exterior, sempre ao lado do “amigo íntimo”, no aconchego da suíte presidencial do Aerolula –, sem registro de embarque, diga-se. (caso típico de prevaricação e abuso de poder).

Coisa notória, Lula se comporta como genuíno arauto da ignorância. Por exemplo: aprecia chamar advogado de “adevogado”. Nunca foi a um teatro e se gaba de jamais ter aberto um livro – em que pese ser venerado pela chamada “classe intelectual”. No entanto, a bem da verdade, frequentou por algum tempo um cursilho político da Stasi, a KGB da Alemanha comunista, especializada em lavar cérebros de sindicalistas “promissores”.

Com efeito, amparado pela azeitada máquina ideológica composta por dezenas de Foros e milhares de ONGs, internacionalmente bem abastecidas, Lula e seus mentores representam uma grave ameaça ao que resta da cambaleante civilização brasileira.

Na prática, aparelhando o Estado e suas instituições com “ativistas da causa” empenhados em liquidar elementos e valores que formam as bases de sustentação da cultura tradicional, o chefão do PT e agentes da subversão querem estabelecer a hegemonia do caos e da destruição para impor, a partir de projeto do corcunda Antonio Gramsci, uma humanidade “voluntariamente servil”.

Neste caso, adeus conceitos de nação, pátria, família, cristianismo etc. Os ícones da grosseira subversão são, hoje, a “ideologia de gênero”, a guerra racial, a Gaia (“Mãe-Terra”), o fascismo ecológico, o multiculturalismo (marxismo cultural), enfim, a desestabilização revolucionária.

Em agosto passado, os deficientes seguidores de Lula planejaram assassinar à facadas o deputado Jair Bolsonaro. Para efetivar o crime tentaram convencer uma mulher ou um gay nos quadros de “esquerda”. Conseguiram convencer um filiado ao PSOL, mas durante uma confusão fomentada pelo militante, Bolsonaro não reagiu. O plano foi por água abaixo. Todo o processo foi alvo de denúncia do senador Magno Malta.

*Yanna Bach é professora aposentada

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