A percepção da ilusão

Divagando sobre o tempo, imaginei fornecer energia a um nêutron e, a partir daí, montar um binário (0 – 1) para identificar se existe acesso às informações do futuro. Adotamos o 0 como passado e o 1 como futuro.

Do latim tempus, a palavra tempo é a grandeza física que permite medir a duração ou a separação das coisas mutáveis/sujeitas a alterações.

Esta grandeza, cuja unidade básica é o segundo, permite ordenar os sucessos em sequências, estabelecendo assim um passado e um futuro. O tempo dá lugar ao princípio de causalidade, que é um dos axiomas do método científico.

No entanto, a ideia de passado, presente e futuro diz respeito a um tempo singular, ocorrendo somente uma única vez. Ou seja, uma pessoa vivencia uma situação agora, no entanto não a sente, uma vez que ela tornou-se algo do passado.

Uma declaração feita por Einstein em foi que a diferença em ter passado presente e futuro trata-se de “uma ilusão”, ou seja, estas três etapas se tratam de projeções mentais, existem apenas na consciência humana.

A cronologia permite datar os momentos em que ocorrem determinados acontecimentos. Especialistas afirmam que o “achar que o tempo passou rápido” na realidade tem a ver como a nossa percepção.

Há coisas rotineiras que fazemos onde o tempo parece durar uma eternidade, enquanto outras mais agradáveis onde o tempo parece passar muito rápido.

Mas quando voltamos atrás e relembramos esse momentos, parecem que os momentos agradáveis foram mais longos.

Isso acontece porque nosso cérebro tem propensão em manter o foco em coisas novas ou algo que gere aprendizado, por exemplo. Se for algo comum ou tedioso, por exemplo, então ele não dá importância.

Voltando ao binário, o que chamamos de premonição pode ser, simplesmente, um acesso a uma informação do futuro. Essa teoria está movimentando a comunidade científica. Uma situação está clara: o tempo de forma isolada é mesmo uma ilusão.


Rosalvo Reis

Rosalvo Reis

Editor do Portal Roteiro de Notícias

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