Ataques e resiliência

Estamos numa época em que falar de patriotismo arriscamos ser politicamente incorretos. Os brasileiros têm todo o direito de protegerem o país, cheio de imperfeições como qualquer outro, porque tem uma história que transcende de tal forma a dimensão do território e do povo que é ímpar.

O Brasil é um caso de resiliência histórica, observado e cobiçado, por mar e por terra, por adversários comprometidos com a corrupção e com a ignorância, além de uma imprensa composta por “ungidos” que “conhecem” desde direito canônico à prostituição. Entretanto, desconhecem a verdade, um substantivo feminino relacionado com fatos, com a realidade.

Os “ungidos” utilizam as teclas dos computadores para, de forma subjetiva, camuflarem suas fraquezas, unindo-se nos momentos cruciais para não perder a possibilidade de continuar a escrever segundo seus acordos “econômicos” pouco republicanos.

Quem é um mero observador das notícias baseadas em interesses escusos de quem as propaga, fica em dúvida: qual a notícia correta?

Num país onde jornalistas e blogueiros têm dificuldades para diferenciar ciência de tecnologia, não conseguem entender operações básicas de matemática, mas acreditam que são mensageiros da verdade absoluta, é difícil acreditar numa mudança pacífica, sem derramamento de sangue.

Jornalistas e blogueiros acusam o presidente Jair Bolsonaro de cometer genocídio, mas esquecem que quando criticam o tratamento precoce estão contribuindo para que o número de mortes cresça assustadoramente. Dizem que não tem comprovação científica, mas se perdessem um tempo pesquisando no Google, teriam acesso que pesquisas indicam que o tratamento precoce pode salvar vidas.

Esses mesmos jornalistas e blogueiros de aluguéis, daqui, dali e de acolá, estão lutando para a volta do chefe ladrão. Usam exaustivamente os neurônios apenas para a repetição de narrativas que a maioria não conhece o significado. Repetem adjetivos como genocida, fascista, negacionistas, terraplanistas e tantas outras, mas não entendem o significado.

Fica difícil acreditar numa revolução social a médio prazo, pois temos um sistema escolar contaminado por professores que só têm a visão comunista, que não dão direito ao contraditório e exaltam figuras corruptas. Estão mais preocupados em doutrinar que ensinar. O estrago que a esquerda fez no Brasil levará muito tempo, talvez décadas, para ser corrigido.

Precisamos ser resilientes, ou seja, voltarmos à forma original, depois de termos sido atacados por seres deformados de caráter e sem nenhuma competência.

Enquanto as pessoas exaltarem figuras corruptas, estarão mostrando, também, que têm distorções no caráter. As espécies se procuram e se defendem.

A dualidade direita versus esquerda tem levado a um extremismo insano. O momento exige muito equilíbrio, de preferência dinâmico, ou seja, muita energia para realizar um trabalho maior que zero. O país só pode passar por uma faxina se a população, unida, se mobilizar para extirpar os indivíduos podres do sistema. E isso não ocorre sem derramamento de sangue. A história mundial nos mostra isso.


Rosalvo Reis

Editor do Portal Roteiro de Notícias

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