‘A Aleam precisa mostrar ao povo a corrupção no governo Wilson Lima’, diz Wilker

Manaus (AM) – O deputado estadual Wilker Barreto (Podemos) repercutiu nesta quinta-feira (24), a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em aprovar, de forma unânime, a continuidade do processo de impeachment contra o governador do Estado, Wilson Witzel (PSC), na última quarta-feira (23). Para o parlamentar, a Casa Legislativa amazonense deveria ter a mesma coragem para afastar o governador Wilson Lima (PSC) e o vice, Carlos Almeida (PTB), que tiveram seu processo de impeachment arquivado por 12 votos a 6, em votação no dia 6 de agosto deste ano.

“Por unanimidade, os deputados da base e oposição no Rio de Janeiro se uniram para o bem do seu Estado, numa atitude de coragem. A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) precisa ter essa coragem também para analisar outros pedidos de impeachment de um Governo que, para mim, já acabou e que não vira o ano. É preciso que esta Casa se reencontre com seu povo”, explicou o líder da oposição na Aleam.

O deputado salientou que as irregularidades e fraudes detectadas nas investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde e as inúmeras denúncias levadas pelo oposicionista à tribuna da Aleam materializam que a corrupção está instalada na atual gestão.

“A CPI da Saúde trouxe inúmeros elementos, materializou documentos e oficializou várias denúncias claras de corrupção no atual Governo. A Assembleia precisa ser proativa e adotar um posicionamento em prol do povo. O governo Wilson Lima será afastado pelo STJ, por isso, esta Casa precisa dar um recado muito claro em mostrar que está ao lado do povo e apreciar os pedidos de impeachment contra este Governo”, disse Barreto.

Na quarta-feira (23), a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro admitiu a continuidade do processo de impeachment do governador do Estado, Wilson Witzel (PSC). Por 69 a 0, os deputados aprovaram o relatório feito pela Comissão de Impeachment que irá investigar o governador, suspeito de participação em compras fraudulentas na área de saúde durante a pandemia do novo Coronavírus, causador da Covid-19, inclusive na aquisição de respiradores superfaturados.

 

 

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