Morre Parada, o craque que também jogou em Manaus

Antônio Parada Neto, o Parada, antigo meia-atacante do Bangu e que foi destaque pelo clube de Moça Bonita nos anos 60, morreu na noite de quarta-feira (21), aos 79 anos. Ele vivia no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, mas as causas da morte não foram divulgadas. Parada defendeu o Bangu entre os anos de 1963 e 1969. Nos início dos anos 70, Parada jogou no futebol amazonense, desfilando seu futebol pelo Fast e Rio Negro, onde encerrou sua carreiram aos 36 anos.

Revelado pelo Ypiranga (SP), passou ainda por Palmeiras (SP) e Ferroviária (SP), antes de chegar ao Bangu, indicado pelo então técnico Tim. Ganhou seu espaço na equipe e se tornou um dos principais nomes do grupo banguense na década de 60. Na maior glória da equipe no período, porém, não esteve presente: emprestado ao Botafogo, viu de longe seus companheiros conquistarem o título de campeões cariocas, em 1966.

Depois de voltar brevemente ao próprio Bangu, não obteve sucesso e retornou a General Severiano, ganhando finalmente o Carioca em 1968. Encerrou de vez sua passagem pelo futebol no Rio no ano seguinte, outra vez com a camisa banguense e já veterano. Pelo Bangu, Parada jogou 140 partidas e marcou 51 gols. Ele jogou ainda por Corinthians (SP),

Np Amazonas

O saudoso empresário Ézio Ferreira, então presidente do Fast, contratou o craque. Esbanjando uma técnica invejável, foi levado para o Rio Negro logo depois que Ézio assumiu a presidência do clube da Praça da Saudade. Aqui, Parada encerrou a carreira.

 

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