Serviço de Inteligência teria evitado novo atentado a Bolsonaro

O futuro ministro da Defesa do governo Bolsonaro, general da reserva, Augusto Heleno, disse ao O Globo que “o serviço de inteligência do país descobriu indícios de um plano, que qualificou como terrorista”. O general não citou se foi a Inteligência do Exército, da Polícia Federal ou da Abin.

O Radar da Veja noticiou que Onyx Lorenzoni, futuro ministro do Gabinete Civil, teria dito “a um amigo” que além da possível colaboração do PCC, também há suspeitas da participação do Hezbollah, grupo paramilitar do Líbano.

A segurança do presidente eleito foi reforçada pela Polícia Federal, que ampliou de 35 para 55 o número de agentes para o serviço. No entanto, a Polícia nega que existe risco de um novo atentado.

Na quinta-feira, 1º de novembro, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência tiveram reuniões para discussão das informações sobre o suposto plano de ataque contra Bolsonaro.

Algumas decisões foram definidas pela Inteligência: evitar voos comerciais, o grupo de frente do Governo deve viajar separadamente e evitar aglomerações e não divulgar a agenda do presidente eleito.

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