Rejeição à leitura e ao trabalho mantém Lula na cadeia

O feitiço atuando contra o feiticeiro. Se o ex-presidente Lula da Silva não abominasse a leitura e o trabalho, poderia solicitar o benefício do regime semiaberto. Mas, como ele mesmo exalta a ignorância e a prequiça, todos os argumentos da defesa do condenado não têm respaldo legal.

Um detalhe não foi percebido pelos “grandes” analistas políticos que avaliaram a redução da pena pelos ministros da 5ª Turma do STJ: Se tivesse trabalhado desde que foi preso, em abril de 2018, Lula já teria abatido ao menos quatro meses da pena.

Outras opções seriam submeter-se a cursos ou leitura de livros, tudo que o ilustre presidiário mais odeia.

A pena de prisão é reduzida a cada três dias de trabalho, 12 horas de curso realizado ou por cada livro lido, com resumo apresentado.

O ex-braço-direito José Dirceu reduziu a pena em cerca de seis meses trabalhando e fazendo cursos no cárcere.

O ex-deputado Eduardo Cunha foi além: fez até curso de mestre de obras, agricultura e resenha de livros. Reduziu a pena em oito meses.

Em 2002, na sua diplomação como presidente, Lula encerrou discurso orgulhoso dizendo que aquele era o seu primeiro diploma.

E, respondendo a outros processos e condenado em 1ª Instância no caso do sítio de Atibaia, Lula terá muito tempo para mudar de hábito.

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