Promotores e procuradores lançam manifesto contra professores militantes

Os professores militantes começam a ser questionados. Na sexta-feira, 9/11, mais de 100 promotores e procuradores lançaram um manifesto, em que repudiam a doutrinação em sala de aula feita por professores ativistas, principalmente de esquerda. A questão abordada remete ao papel do professor: ensinar ou educar?

No entender de especialistas, o professor tem que ensinar, pois a aprendizagem educa. O professor militante costuma citar Paulo Freire ao afirmar que está fazendo o aluno ao senso crítico. Entretanto, os especialistas dizem que o que ekes praticam é uma lavagem cerebral.

Confira o texto dos promotores e procuradores::

“Os estudantes são lesados quando professores militantes e ativistas se aproveitam de sua audiência cativa para tentar transformá-los em réplicas ideológicas de si mesmos; quando são cooptados e usados como massa de manobra a serviço dos interesses de sindicatos, movimentos e partidos; quando são ridicularizados, estigmatizados e perseguidos por possuírem ou expressarem crenças ou convicções religiosas, morais, políticas e partidárias diferentes das dos professores; quando estes lhes sonegam ou distorcem informações importantes para sua formação intelectual e para o conhecimento da verdade; quando o tempo precioso do aprendizado é desperdiçado com a pregação ideológica e a propaganda político-partidária mais ou menos disfarçada.”

O projeto Escola Sem Partido (PL 7180/14) se encontra numa comissão especial da Câmara dos Deputados que deve se reunir nesta terça-feira, 13, para avaliar um substitutivo do deputado Flavinho (PSC-SP) que diz que o Poder Público não irá intervir no amadurecimento sexual dos alunos e não permitirá a abordagem de questões de gênero.

Fonte: Estadão

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