‘O STF favorece a corrupção no Brasil’, diz jurista

Modesto Carvalhosa, um dos maiores juristas do país e autor dos pedidos de impeachment de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, usou as redes sociais para alertar sobre a ‘desgraça’ que poderá ser causada no país caso o STF decida pela ‘destruição’ a Lava Jato:

“É preciso que haja mobilização em Brasília, que as pessoas possam comparecer ao Supremo, enviar mensagens aos Ministros que não querem manchar sua história e lutam pela restituição da honra do Supremo”, afirmou Carvalhosa.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Marco Aurélio Mello vão tentar alijar a Lava Jato do seu principal papel no combate à corrupção: forçar uma maioria dentro do STF para enviar todos os processos dos políticos corruptos que tenham ligação com caixa 2 para julgamento na frágil Justiça Eleitoral.

É sabido que a Justiça Eleitoral é composta, no Colegiado, também por advogados militantes e não apenas por juízes togados.

Esta manobra aumenta ainda mais a crise institucional em que se meteu o STF, colocando-o como instrumento que favorece a corrupção no Brasil.

Anteriormente, esta mesma manobra sub-reptícia livrou a barra de Dilma, Temer, José Serra, Aécio Neves, Eliseu Padilha, Antônio Palocci, Guido Mantega, entre outros. Todos sob a proteção e o manto da Justiça Eleitoral e fora da Lava Jato.

O Governo Bolsonaro, por meio do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, está acompanhando toda a movimentação dos ministros do Supremo. A relação entre o Governo e o STF pode ser arranhada se os ministros militantes insistirem em beneficias os “amigos corruptos”.

 

 

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