Estudantes criticam visita de Moro à Universidade de Coimbra

“O Judiciário deve ser criticado em suas decisões legalistas, e incentivado a adotar decisões ‘sociais’, ignorando os dispositivos legais. Deve ser exercida pressão nas decisões que pudessem prejudicar a esquerda”
                                                                                                                                                                                Antonio Gramsci (filósofo comunista)

Estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade de Coimbra, em Portugal, criticaram a passagem do juiz federal Sergio Moro pela instituição. Muros da instituição amanheceram pichados com mensagens contra o magistrado.

Batizado de “Transparência, Accountability, Compliance, Boa Governança e Princípio Anticorrupção”, o evento sai por dez parcelas de R$ 850 e dá direito também a uma série de jantares paralelos. Além de Moro, o procurador Roberto Pozzobon, membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, também participa do encontro.

Em nota, os estudantes brasileiros justificaram as manifestações. “Tendo em vista que os métodos de atuação no processo judicial adotados por Sergio Moro são contestados justamente no Comitê de Direitos Humanos das Organizações das Nações Unidas, a Apeb/Coimbra manifesta a sua perplexidade com a escolha desse personagem para participar no evento que trate de tais temáticas na qualidade de conferencista”, diz o texto.

Os estudantes cumprem fielmente a cartilha de Antonio Gramsci que orienta os comunistas pressão constantes no judiciário, mesmo que medidas legais sejam adotadas contra a esquerda corrupta.

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