Advogado acusa Bolsonaro pela morte de jornalista

Não demorou 24h para que um “aproveitador” usasse o corpo do jornalista Paulo Henrique Amorim, morto na última quarta-feira (10), vítima de um infarto fulminante enquanto dormia, como bandeira política.

Conhecido nas redes sociais por suas postagens, o advogado Adriano Argolo usou o Twitter para culpar Jair Bolsonaro pela morte do jornalista.

O advogado inquisidor, filiado ao PT-AL,, demonstra, em seu tuíte, desconhecer a fisiologia humana e tenta aparecer para a esquerda com posts vazios e que exalam ódio.

Ameaças aos ministros do STF

A Polícia Federal (PF) cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa do advogado alagoano Adriano Argolo, em março deste ano, no bairro de Guaxuma, em Maceió (AL). Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), Argolo se autointitula nas redes sociais um dos maiores críticos do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus integrantes. E é alvo do inquérito que apura ameaças contra ministros da Suprema Corte, em mandado expedido pelo ministro Alexandre de Moraes.

A PF apreendeu o aparelho celular do advogado, sob a acusação de que Argolo teria postado nas redes sociais, em novembro do ano passado, uma mensagem com ameaça de atirar contra o ministro-presidente do STF, Dias Toffoli. A postagem investigada citava a suposta intenção do advogado de ir ao STF e dar um tiro nas costas do presidente da Suprema Corte do Judiciário do Brasil.

Durante a operação, a PF apresentou ao advogado a mensagem contante no inquérito, e este negou ter sido o autor da ameaça. E Argolo disse que claramente sua conta no Twitter foi clonada e que nunca seria capaz de proferir qualquer ameaça ao STF.

Confira o tuíte acusando Bolsonaro:

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