“Alcateia” nas ruas

MANAUS – Os policiais milirares Silvio José Silva de Oliveira, Bruno Cezanne Pereira, Dorval Junio Carneiro de Matos, George MacDonald Rodrigues de Oliveira e Klebert Cruz de Oliveira tiveram a prisão preventiva revogada pelo juiz da 3ª Vara do Tribunal do Júri, Mauro Moraes Antony.

Os PMs foram presos durante a operação Alcateia ocorrida em novembro de 2015, apontados como autores de assassinatos ocorridos durante o fim de semana sangrento em julho do mesmo ano.

No dia 14 de julho deste ano, os também policiais militares Rosemberg Martins Bezerra, Jonilson Monteiro da Frota, Germano da Luz Junior e Ítalo Gutemberg Macedo Ferreira ganharam a liberdade e, no dia 18 de julho, o juiz mandou soltar o policial militar Rogério Pinheiro de Freitas.

De acordo com a decisão do magistrado, os policiais foram postos em liberdade sem o uso de tornozeleira eletrônica. Eles devem se apresentar mensalmente na vara, não podem se ausentar da capital, não podem sair de casa à noite e nos dias de folga. Além disso, também não podem exercer a função de policiais militares e devem manter uma distância de 500 metros de testemunhas e vítimas do caso.

Consta ainda no processo, que o policial militar Adson Souza de Oliveira foi posto em liberdade por meio de tornozeleira eletrônica no começo de julho, mas uma testemunha do caso denunciou ameaças de morte sofridas pelo PM dia 4 de julho deste ano na Corregedoria da Secretaria de Segurança Pública (SSP), afirmando que mesmo monitorado, Adson passou em frente a casa da testemunha intimidando o mesmo. Mauro Antony, então, mandou prender novamente o policial.

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