Quer ser pago para não fazer nada?

Alguma vez adormeceu nas aulas ou no escritório? E se lhe pagassem para ser um preguiçoso profissional? Parece um sonho, mas não é. Descansando sempre!

O operador turístico TUI está à procura de um “preguiçoso profissional” para ficar sentado sem fazer nada. Estranho? Talvez, mas é mesmo verdade. Estes «especialistas em falsificação» (de férias, neste caso) vão ficar sentados numa espreguiçadeira com roupa de praia (não apenas roupas de banho) e com os pés na areia. Alternativamente, podem deitar-se numa toalha de praia, se acharem mais confortável.

Podem dormir uma sesta, ler um livro, ouvir música e fazer meditação. Terão apenas de ignorar as pessoas que passam por eles e concentrar-se apenas em relaxar.

Os candidatos devem cumprir alguns requisitos, como “não poder pensar fora da caixa”, ficar desconfortável com produtividade e prazos, gostar de estar sentado e deitado a descansar e ser um verdadeiro conhecedor de relaxamento. A experiência em dormir no local de trabalho é apreciada, mas se tiver a mentalidade certa, acreditamos que poderá ser um candidato bem-sucedido, independentemente da sua experiência de trabalho anterior.

Requisitos: “nenhum”

O único senão poderá ser o fato de o trabalho ter lugar em Estocolmo, na Suécia. No entanto, este durará apenas entre 22 de janeiro e 4 de fevereiro. Ou seja, são umas férias pagas e a receber ordenado. Quer melhor?

Os quatro “preguiçosos profissionais” serão pagos por hora, havendo dois turnos – das 7h às 13h e das 13h às 19h. Acredite, será um trabalho em que não se vai importar de se levantar cedo – lembre-se que pode fazer as sestas que quiser.

A TUI está a aceitar candidaturas até 14 de janeiro no site https://www.tui.se/professionalslacker/. Não é necessário currículo ou carta de apresentação, basta escrever algumas palavras sobre a razão por que seria o melhor “preguiçoso” para este trabalho e tirar uma fotografia na posição mais relaxada (de preferência, em um ambiente estressante) para aumentar as suas probabilidades. É preciso referir também o número de chinelos de dedo e de roupas de verão.

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