Parlamentar é acusada de assédio sexual

Califórnia (EUA) – Uma parlamentar californiana pediu licença do mandato depois de ter sido acusada de apalpar as nádegas de um assessor parlamentar contra a vontade deste, sendo assim uma das raras mulheres a ser apontada por comportamento sexual abusivo.

Mas a democrata, que integrou um grupo de dezenas de mulheres que denunciaram situações de assédio sexual no parlamento, em Sacramento, negou as acusações.

“Estou certa de não ter feito aquilo de que sou acusada”, mas “toda a acusação de assédio sexual deve ser considerada seriamente e penso que os eleitos devem particularmente ser limitados a normas de comportamento” estritos, escreveu Cristina Garcia, em comunicado.

“Coloquei-me imediatamente em licença sem vencimento da minha função na assembleia da Califórnia”, afirmou a eleita, que acrescentou: “Imploro à comissão dos regulamentos da assembleia que faça um inquérito rápido”.

Garcia declarou ainda que espera regressar ao trabalho rapidamente.

Acusação

Daniel Fierro afirmou que em 2014, quando trabalhava para o deputado californiano Ian Calderon, Cristina Garcia, que parecia bêbada, começou por lhe acariciar as costas, depois agarrou-lhe as nádegas e procurou apalpar-lhe os genitais, antes que ele a afastasse.

Outra denúncia

Um lobista, que não foi identificado, afirmou que durante uma sessão de recolha de fundos em maio de 2017, a parlamentar tinha-lhe feito propostas com palavras cruas e tentado apalpar-lhe os genitais, parecendo também estar ébria.

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