Chefão da Gol pode explicar esquemas na aviação

O chefão da GOL, Henrique Constantino, delatou o atual presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), PP, o ex-ministro de Cidades Bruno Araújo (PE), que preside o PSDB, além de Romero Jucá (MDB), os petistas Marco Maia (RS), Vicente Cândido e Edinho Silva (SP) e Otávio Leite (PSDB-RJ), por recebimento de propina. Constantino, entretanto tem muito mais coisa para falar.

O delator pode ser a chave para entender os muitos favores do poder público às empresas aéreas. Na Câmara, por exemplo, investigação pode desvendar o que mantém na gaveta, desde dezembro de 2016, o projeto do Senado que anula a cobrança de bagagem em viagens aéreas. O projeto nunca foi votado. E tem o fim da reserva de mercado, que só se viabilizou quando as aéreas “nacionais” passaram a ambicionar investimentos estrangeiros.

No Anexo 7, Constantino citou supostas propinas por meio da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) a políticos importantes. Muitas coisas estão obscuras.

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