Atriz da Globo critica feministas opressoras

Alvo de críticas de “amigas” no caso da separação dos colegas José Loretto e Débora Nascimento, a atriz Marina Ruy Barbosa postou um tuíte onde criticou as feministas opressoras. O recado teve alvo certo: as atrizes conhecidas pela militância esquerdista, como Giovana Ewbank, que foi madrinha de seu casamento.

O episódio serviu para expor o comportamento bizarro das atrizes que se dizem feministas, mas julgam e perseguem outras mulheres por causa de fofocas de tabloide. Sendo fortemente massacrada, Marina até então seguiu calada. Porém, no Dia Internacional da Mulher, Marina Ruy Barbosa revidou.

“Muitas vezes a gente passa por essas datas sem nem entender direito, até porque tudo hoje em dia acaba indo por um viés comercial e superficial. Esse dia existe para relembrar nossas conquistas sociais, políticas e culturais ao longo dos anos. (Tudo bem que ainda falta muito, mas…) E pra relembrar também o quanto devemos unir nossas forças. Vamos desaprender o que a sociedade ensinou sobre as mulheres. Precisamos juntas desconstruir essa rivalidade que criaram entre nós. Comece por você a mudança que quer ver em outra mulher”, disse Marina.

“Hoje em dia, uma das coisas que mais penso antes de dizer algo sobre outra é que quando eu atinjo uma mulher estou automaticamente me atingindo. Não seja uma feminista opressora. Com certeza, o falar é mais fácil do que o agir. Colocar em pratica atitudes feministas diante de uma sociedade que todos os dias propaga a rivalidade e competitividade entre as mulheres não é fácil. Mas é um esforço diário, e olhar atento pra todas as atitudes que temos”, escreveu.

“Devemos ter atenção, ninguém sabe a dor que a outra sente, problemas, angústias, cobranças… Antes de acusar, julgar, expor, procure saber, vá atrás da verdade, pois suas atitudes e comentários podem trazer um mal irreversível pra outra mana. Uma das coisas que eu aprendi com o feminismo é não atacar outra mulher, mesmo até que ela faça isso comigo. O que nós precisamos fazer é parar de nos culpar. É acreditar na irmandade e solidariedade entre mulheres. Em uma sociedade que estimula a competição entre nós, a sororidade e vai na contramão desse conceito”

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