Os irresponsáveis

É deprimente constatar que a esquerda messiânica insiste em indicar o condenado Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República. A postura mostra desespero e uma ofensa à Justiça e aos eleitores.

O direito eleitoral indica que o bem protegido pela lei não é a vida, é o mandato. E o mandato não é individual, é da sociedade. Um individuo é um instrumento dessa representação democrática. Quem tem direito adquirido a candidatura é o eleitorado. O senhor Lula da Silva não tem mais legitimidade para concorrer a qualquer mandato. Quer queiram ou não, o senhor senhor Lula é um delinquente.

As ofensas dos dirigentes do PT aos magistrados atinge todas as instâncias da Justiça. É um caminho perigoso que pode desencadear um embate sangrento. Todos que fomentam o ódio e a violência são covardes. Na hora do conflito, por certo vão se esconder em países de ditadores “amigos”, assim como fez José Dirceu, deixando Maurício e o filho, André Grabois, Elenira Resende, Osvaldão e tantos hoje defendendo a “democracia” da esquerda.

Muitos tombaram dos dois lados, incluindo o sargento Abrahim, do 1º BIS, atingido mortalmente num ataque no Araguaia. Os “guerrilheiros” eram manipulados por elementos que hoje estão condenados ou denunciados por corrupção na Operação Lava Jato.

Gleisi Hoffmann, conhecida como “A Amante”, Lindbergh Farias, Stédile, “O Louco”, Guilherme Boulos, “A Desvairada” e inúmeros outros estão incentivando jovens e pobres a partirem para o confronto. Estão pedindo uma retaliação na mesma medida. Todos são covardes de “carteirinha”. Vomitam ofensas, mas também são corruptos.

Pessoas de bem ficam chocadas com as ofensas de membros do PT, PCdoB, PSOL e de partidos agregados. A irresponsabilidade é tão grande que não enxergam que defendem um criminoso condenado. Se tivessem acesso aos ensinamentos de Antonio Gramsci, “O Corcunda”, perceberiam que estão defendendo um homem que tinha, eu disse, tinha o desejo de se tornar ditador. Leiam, pelo menos, a “orelha” de um livro de História pois, só assim, respeitariam as decisões da Justiça.

*Yanna Bach é professora aposentada

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