A bagunça geral

No Brasil, os escândalos de corrupção, o impeachment de Dilma Rousseff, a condenação do ex-presidente Lula por corrupção passiva e o desgaste acumulado pelo PT, a maior parte dos militantes da esquerda se viu “órfã” de nomes promissores. Lula transformou o sonho brasileiro num pesadelo, tendo aberto as portas para a corrupção desenfreada em nome de projeto político.

No meio acadêmico, uma das análises para a ascensão da direita é a de que, do outro lado do espectro político, a esquerda partidária não ofereceu nenhum novo nome com alcance parecido ao do deputado federal Jair Bolsonaro.

Nessa perspectiva, a esquerda sobrevive em grupos sociais que não têm relação direta com partidos, como o movimento negro, o feminismo, o LGBT e os secundaristas.

Um universitário amazonense se classifica como “classe baixa”, mas afirma não votar em qualquer candidato do PT ou outro qualquer apoiado pelo petista “de jeito nenhum”. Bolsista do Prouni, programa de bolsas em universidades particulares criado por Lula, ele diz que não há contradição entre sua condição econômica e o apoio a um candidato da direita. “Pobre quer crescer economicamente, melhorar de vida. A direita prega o crescimento econômico e liberdades individuais, a esquerda quer controlar sua vida”, afirma.

Na contramão do que a esquerda prega, o eleitor brasileiro cansou de ser roubado por meio dos acordos de Lula e Dilma com ditadores da América e da África, investindo milhões de dólares em alguns países. Os recursos públicos jamais serão ressarcidos. O povo fica com o prejuízo.

A esquerda esperneia, mas como dizia Margaret Thatcher, “em terreno que a esquerda pisa não nasce mais grama.”

Yanna Bach é professora aposentada

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