A “Hidra” ataca nas eleições 2018

Está tudo caminhando como a Nova Ordem Mundial planejou. A “Hidra”, organização composta de 28 bancos mundiais, se organizou para que o próximo presidente do Brasil seja um político mais alinhado da “esquerda” e que seja extremamente desonesto e irresponsável com os recursos públicos. Neste contexto, está emergindo o nome de Ciro Gomes (PDT). Este deve ter o apoio de grupos políticos que assaltou o Brasil nos últimos 15 anos.

A crise mundial de 2008 mudou em quase nada quem são os detentores do poder financeiro global. Dez anos depois e em meio a sinais de uma estagnação global, o sistema financeiro do planeta segue dominado por 28 grandes bancos internacionais.

Os Estados são reféns desta “Hidra” bancária e disciplinados por ela. A crise prova esse poder. Em 2008, os grandes bancos detinham os produtos tóxicos responsáveis pela crise, mas, em vez de reestruturá-los, os Estados acabaram assumindo suas obrigações – e a dívida privada se transformou em dívida pública.

Os 28 bancos detêm recursos superiores aos de dívidas públicas de 200 países do planeta. Enquanto estas entidades têm ativos (bens, dinheiro, clientes, empréstimos, entre outros) que somam US$ 50,3 trilhões (R$ 178 trilhões), a dívida pública mundial é de US$ 48,9 trilhões (R$ 173,7 trilhões).

E qual o interesse no Brasil? Simplesmente o lucro exorbitante com os juros e fomentar a dependência do Brasil e, a partir daí, implantar o caos, como acontece na Venezuela.

Vamos analisar alguns números: O pré-candidato Jair Bolsonaro, não alinhado à “Hidra” tem atualmente 45% dos votos. Ciro Gomes tem em torno de 20% e, os três seguintes com valores somados que levariam, supostamente a eleição presidencial para o 2º turno.

Escrevo supostamente porque a política de marketing da “Hidra” incentiva os votos nulos ou válidos. Assim sendo, os votos em Bolsonaro cairiam entre 5 e 7%. Ele não em a mínima condição de reagir por falta de recursos para a campanha. Seus adversários da “esquerda” alinhada aos banqueiros internacionais, que pregam o caos social, receberiam milhões.

E por que o ex-ministro Ciro Gomes foi o escolhido? Simplesmente porque ele é completamente desequilibrado e “amigo” íntimo de Lula. O apoio do PT traria a reboque o PCdoB, Psol, MDB, PR, PSB, PDT e PP no 1º turno e, os outros partidos, no 2º turno. Aí, isolado, Bolsonaro seria facilmente derrotado.

Qualquer pessoa de sã consciência percebe o plano. Se você comparar Jair Bolsonaro com Ciro Gomes, verá defeitos em ambos. Mas, Ciro mostra um comportamento desequilibrado em virtude da doença que o acomete, bastante conhecida pelos brasileiros.

Sem nenhum exercício de imaginação, é fácil perceber que Ciro Gomes é o candidato da Nova Ordem Mundial. Será um refém do Grande Capital. Toda a “esquerda” no mundo está alinhada dominada pela “Hidra”.

Então, podemos chegar a uma conclusão: que seria pior para o Brasil, o voto nulo ou a abstenção? Eu, particularmente estava decidido a não votar, mas analisando os fatos resolvi votar na pessoa que me parece sadia.

“Estes mercados cresceram com a liberalização financeira dos últimos 30 anos”, diz o economista. “Foi com sua participação nos mercados especulativos que se chegou (à crise de) 2008.”

Os 28 maiores bancos do mundo

J.P. Morgan Chase
Bank of America
Citigroup
HSBC
Deutsche Bank
Groupe Crédit Agricole
BNP Paribas
Barclays PLC
Mitsubishi Ufjfg
Bank of China
Royal Bank of Scotland
Morgan Stanley
Goldman Sachs
Mizuho FG
Santander
Société Générale
ING Bank
BPCE
Well Fargo
Sumitomo Mitsui FG
UBS
Unicrédit Group
Crédit Suisse
Nordea
BBVA
Standart Chartered
Bank of New York Mekon
State Street

*Rosalvo Reis é professor de Física e jornalista