Vereador Gilvandro Mota pede reforma na Educação

Manaus (AM) _ Na manhã desta segunda-feira (20/05) o vereador Coronel Gilvandro Mota (PTC), utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) para falar sobre os problemas da educação no estado do Amazonas e no Brasil. “Venho falar sobre uma questão preocupante, a questão da educação brasileira e da remuneração dos professores. Depois da reforma da Previdência e reforma fiscal, a reforma mais urgente que precisamos é a reforma da educação”.

O parlamentar lembrou o ranking mundial de universidades feito pela revista inglesa Times Higher Education. “A China tem milhares de estudantes nas melhores universidades do mundo e o Brasil tem que seguir esse exemplo. As nossas universidades aparecem na 251º posição do ranking mundial, portanto é necessário que se faça uma investigação, para que haja uma reestruturação no nosso sistema educacional. Se quisermos falar de igualdade temos que falar de educação, pois é a condição para que nós possamos ter igualdade, trabalho e renda para todos os brasileiros”, destacou.

Gilvandro também criticou a situação da educação no Estado do Amazonas. Para o vereador este é um momento de reflexão, mas que precisa de uma decisão final urgente. “O que está acontecendo no Governo do Estado em relação à greve já passou dos limites da possibilidade de uma reivindicação para uma coisa mais grave, o governo precisa tomar uma providência em relação a isso. É verdade que os salários dos servidores está estrangulado e isso é um absurdo. Se quisermos ter um país melhor precisamos fazer uma reforma na educação e equacionar os salários dos professores no Brasil inteiro, não só no Amazonas. Mas o Governo precisa apresentar uma proposta de resgate, de reestruturação de salário para os professores, em quatro anos. O que não pode é isso, professores buscando se viabilizar e o Governo não querendo, se escondendo atrás de um limite de responsabilidade fiscal. Sabemos que de fato ela já ultrapassou, mas é preciso que se tenha uma resposta, uma solução”.

O vereador salientou que o custo da educação superior e da educação básica está descompensado. Segundo ele, são 65% dos recursos destinados à educação superior, contra 35% destinado à educação básica. “Precisamos igualar esses recursos para que haja mudança, para que o Brasil possa realmente crescer. Não é possível gastar apenas 35% dos recursos com a educação mais importante, que é a educação básica. Isso precisa ser revisto, para que os brasileiros terminem a educação básica em condições de exercer uma atividade laboral com qualidade”, finalizou.

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